SOZINHO
Estava ele.
Ninguém o notava.
O sol o queimava
O vento o varria de terra SECA.
Estava lá.
Pessoas passavam
Não se importavam.
Sozinho, no CALOR...
Na areia...
Só esperando o um dia
Que voltaria a fazer parte dela
Com seu corpo FINO...
E sua cabeça vermelha...
NINGUÉM se importava.
Nem expressão de pena recebia.
Estava só.
No meio de plantas...
Vasos.
Pobre. Jogado na RUA.
Não servia mais.
Não tinha mais valor.
Ninguém o olhava.
Estava só.
Aqui jaz um PIRULITO.
Um comentário:
Lili, sua linguagem é bem direta e bem seca, bem sua cara mesmo :)
Gostei, tu não faz questão de arrodeios uhuhu bjuu amiga
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